Archive for the 'live' Category
Checkup
Ufa! Está quase acabando...
Clube das Mulheres
Ontem fui a uma típica despedida de solteira, ou seja, fomos ao Clube das Mulheres, sinceramente eu esperava um pouco mais... o 'evento' acontece no Tribe House, o lugar é bacana para baladinhas góticas, escuro, com umas pinturas estranhas na parede e cheio de cantinhos estranhos um lugar que eu como empresária jamais montaria um Clube das Mulheres.
Eu achei que a noite ficou devendo... sei lá... os caras eram lindos de corpo para quem curte corpo bastante malhado o que não é o meu caso... das apresentações que vi gostei de duas, uma foi a primeira da noite, o Dom Juan de Marco, um moreno bonito não muito forte vestido a caracter entra no palco ao som da música tema do filme, ahhh eu adoro este filme, vi centenas de vezes, ele dança um pouco e logo mudam a discotecagem para coisas que eu não lembro agora... muito bacana! Achei que ele foi sensual na medida certa sem maiores exageros com as meninas que quase se estapeavam para apalpa-lo o segundo veio vestido de motoqueiro e bem... hummm roupa de couro justinha, corpo tattoado com carinha mal menino hehehe muito legal! Estes foram os dois que eu achei bacana mas o ruim de todas as apresentações é que depois que os caras ficam de sunga permanecem no palco por uns 15 minutos exibindo os musculos enquanto dançam e apalpam as futuras esposas... isso eu não gostei... pra mim a graça esta até tirar a última peça depois que estão de sunga poderiam sair do palco, achei exagerado as cenas que se sucediam.
Achei que seria bem mais divertido... mas ver aqueles caras no palco só me fez sentir mais saudades do meu amorzinho... fiquei contando os minutos pra ir embora e nem esperei o fim das apresentações... queria sair de lá... ir pra casa tomar um longo banho me perfurmar e esperar o meu amorzinho que estava em uma festa de aniversário... e bem... foi o que eu fiz mas pra mostrar a ironia da vida, ele chegou bem depois de mim xapado que nem conseguia fechar a porta de casa... trocamos duas palavras e ele apagou nos meus braços.
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Neste fim de semana aconteceu a 2ª edição do Conexão Java, um evento idealizado pelo GUJ (Grupo de Usuários Java) com o patrocínio da Anhembi Morumbi e a colaboração de outras comunidades Java, o evento em si foi muito bacana, cheguei por volta das 11hs e encontrei o povo do GUJ, pra mim este tipo de evento alem de ofertar palestras, tutorias, mini-cursos interessantes não dão oportunidade de aumentar a rede de amigos na área, ao meu ver a comunidade Java é a melhor em termos de .networking pessoal., pois nela você sempre encontrara alguém disposto a te ajudar a eliminar suas duvidas.
Mas voltando ao CJ2005, eu assisti uma parte da palestras da Linda Rising e mesmo com meu inglês tosco consegui entender quase tudo, mas sou a favor de um sistema de tradução simultânea neste tipo de evento para facilitar a vida dos pobres mortais como eu. Assisti também a palestra do Java 6/7 foi bacana mais como houve um atraso gigante acabei não ficando até o fim para poder comer alguma coisa antes do painel .Net X Java, com o Shoes (Java) e o Hamilton (.Net) tendo como mediador o Rodrigo (aka meu gatinho lindo), o painel foi o melhor! Muito bacana ver a galera da platéia surtando e querendo participar a todo custo, tiveram que limitar a participação do publico devido ao tempo.
Fim do painel... hora de almoçar ou melhor de comer alguma coisa de verdade alem de açaí e depois fui assistir a palestra de 'Aprendizado colaborativo e coletivo' do Rodrigo e depois voltamos ao .social...
Como eu disse a principio o evento em si foi bacana, tem coisas para serem trabalhadas e ajustadas para o ano que vem mas isso é natural. O importante pra mim alem das palestras foi rever velhos amigos, fazer novos e ainda por cima passar horas agradáveis com gente que ama tecnologia como eu.
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**risos**
Quem diria... domingão fui conhecer a minha sogra... sei lá... nunca liguei pra esta coisa de conhecer a mãe do namorado, ou melhor, nunca me preocupei com isso, pois sempre foi algo muito natural pra mim, mas sei lá por que desta vez foi diferente, pela primeira vez na vida eu me preocupei em ser aprovada pela mãe de um namorado meu... mas enfim... foi tranqüilo.
Minha impressão...
Achei-a incrível, apesar do pouco que conversamos. Bonita, inteligente, divertida de humor impar, e para completar uma mulher de personalidade forte e bem, isso é algo que eu admiro e muito.
Espero apenas que ela tenha gostado de mim a metade que eu gostei dela, para terem idéia quando falei dela pra minha mãe senti uma 'ponta' de ciúmes. Mas não tem como comparar, minha mãe é mãe modelo antigo... vive 100% para os filhos, ela não vive a vida dela... ela vive pra gente, o que eu sempre achei errado... ela é mãe, mas também é mulher e precisa ter a vida dela... e não viver apenas para gente, mas se ela prefere assim o que eu posso fazer? Mas voltando ao assunto e resumindo... ADOREI! E conhecendo a mãe do Rodrigo pude perceber pra quem ele puxou.
Eu sou fã de família, sabe esta coisa se todos se darem bem (dentro do possível, hehehe) e pelo menos uma vez por ano se reunirem em volta de uma mesa gigante para almoçarem juntos, eu não tive muito disso durante a minha infância já que meus avós morreram cedo e depois meus pais acabaram indo morar na Bahia, mesmo assim sempre valorizei a idéia da família toda junta, sei que família é uma coisa complicada às vezes surgem desentendimentos e até brigas feias mesmo assim é algo importante, quero poder um dia ver minha mãe, irmãs, cunhados, sobrinhos(as), sogras (minha e de minhas irmãs) e etc... todos na mesma mesa rindo e conversando tranqüilamente enquanto as crianças correm pela casa, sonho? Pode ser... mais os sonhos tornam a vida muito mais divertida!
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Quem me conhece há alguns anos sabe que eu nunca fui a favor da idéia de ter filhos... sempre achei meio bizarro eu no papel de mãe, sabe todo este processo de engravidar esperar nove meses até a criança nascer e só depois disso poder conferir de fato se a criança é perfeita.
O Rodrigo me disse que a mãe dele assim que o pegou nos braços contou seus dedinhos para comprovar que estava tudo certo que ele tinha os cinco dedinhos em cada uma das mãos e nos pés, toda esta idéia de tempo, cuidados e mudanças corpóreas e emocionais sempre me apavoraram... não é a toa que eu casei descasei e cheguei aos meus 28 aninhos sem ter filhos... mas agora não sei... depois que a Giovana nasceu algumas coisas mudaram... eu vejo a minha irmã tão feliz mesmo depois de semanas em claro que bem... acho que ter um filho não é algo tão ruim assim... ainda não perdi o medo, mas hoje posso dizer que começo a olhar a idéia da maternidade com outros olhos.
Não pensem que eu quero ter um filho agora, não mesmo! Estou feliz com a minha vida do jeito que esta... e apesar de hoje poder afirmar que encontrei alguém com o qual eu quero passar o resto da minha vida e com o qual poderia ter filhos (coisa que nunca imaginei com meus ex's), também afirmo que não é a hora.
Antes desta hora chegar (espero que daqui uns seis anos), quero conhecer o máximo do mundo que eu puder, quero estudar muito ainda, crescer profissionalmente e bem... este não é um desejo só meu, e antes de pensar em colocar a idéia de ter um filho em pratica temos muitas coisas para sonhar e realizar.
Enquanto a hora de pensar no assunto não chega eu fico corujando a minha sobrinha... não tem jeito a cada dia a menina esta mais bonita e eu mais boba.
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Seria apenas mais uma noite com velhos e bons amigos regados a muito álcool e muita música... eu andava triste com o rumo de algumas coisas na minha vida, mas apesar disso me sentia bem... meu trabalho estava correspondendo as minhas expectativas, minha amiga Alê estava voltando a dar sinal de vida e de algum modo estranho eu estava bem comigo mesma.
Enfim... sai... bebi demais... esqueci até o caminho de casa (deprimente!)... e no meio disso tudo um velho amigo ficou do meu lado... eu completamente fora dos meus limites e ele ali... não sei como ele me agüentou... me conheço o bastante para saber que quando perco a noção eu REALMENTE a perco... mas eu nunca tinha ido tão longe... e mesmo assim ele não me deixou só... até agora não lembro bem tudo que aconteceu naquela noite... minha memória parece um queijo suíço de tantos buracos... tudo que sei é que acordei de madrugada e o vi ao meu lado... minha primeira reação foi de susto e depois de pânico... vários amigos já dormiram lá em casa, mas nunca um deles tinha parado lá sem que eu me lembrasse como... me senti horrível com a situação... não sabia se saia do meu quarto ou se esperava amanhecer... bem... fiquei com a segunda opção... afinal quem estava ali não era nenhum desconhecido e bem... eu estava na minha casa... passei o restante da noite tentando lembrar o que tinha acontecido exatamente, mas foi em vão... como era segunda-feira levantei e fui me arrumar para encarar um longo dia de trabalho... ele acordou me olhou com o mesmo jeitinho de sempre e eu nem conseguia olhar pra ele... terminamos de nos arrumar e saímos em rumo aos nossos trabalhos... quase não nos falamos no caminho e um pouco antes de nos separarmos ele virou pra mim e disse baixinho .se isso te conforta, não aconteceu nada..
A gente se conheceu em agosto de 2003 e de lá pra cá nos vimos varias vezes conversávamos freqüentemente por IM.s diversos, fomos a algumas baladinhas juntos, eventos e bem... pra mim ele sempre foi um bom amigo... um .menino. inteligente, divertido, uma companhia sem igual, mas um amigo, nunca imaginei qualquer coisa diferente disso... dias depois do ocorrido a gente troca alguns torpedos e em um deles ele me diz .Não sei mais se o que sinto por você é só amizade, mas agora não é hora de falar disso., um velho amigo meu estava me levando pra casa depois de um jantar de despedida (ele estava de mudança para o RJ) e até então eu estava totalmente tagalera no carro... quando li fiquei em silêncio por um tempo e só voltei a mim quando ouvi .Déia, esta tudo bem?., eu ri disse que sim e tentei fazer de conta que não tinha acontecido nada... mas não esqueci do que eu tinha lido... e passei o fim de semana pensando em como eu me sentia em relação a isso... sempre fui o tipo de pessoa que ou me apaixono de cara por alguém ou esquece! Se eu coloco o status amigo em alguém este será meu amigo e só... até então eu nunca tinha me visto gostar de alguém que fosse meu amigo... passei uns dias pensando no assunto... achei que era só uma confusão de sentimentos devido aos últimos acontecimentos, mas aceitei encontrá-lo no fim de semana assim seria possível colocar uma pedra no assunto...
Fomos naquela balada furada que eu postei há semanas atrás... a Vegas... conversamos bastante tentamos dançar e só quando estávamos quase indo embora nos beijamos... confesso que foi um bocado estranho... de algum modo eu achava que estava fazendo algo errado... que ia acabar magoando alguém que até então era meu amigo e sendo assim merecia mais do que minhas duvidas... depois domingo saímos de novo... e as coisas já estavam um pouco mais normais... eu ainda não sabia como as coisas iriam caminhar (mas afinal tem como saber isso?) mais já queria ele perto de mim... e bem... eu sai de férias do trabalho e ele também tirou um semana de folga durante a transição de empregos (de um banco para um provedor) com muito tempo livre nos vimos quase que diariamente... não... na verdade só não nos víamos quando ele tinha que resolver alguma coisa referente ao novo emprego ou a sua colação de grau... o que me fez sentir um pouco de culpa, pois ele mal ficou com a família e bem... alguns vieram de longe para vê-lo se formar.
Hoje, faltando apenas oito dias para fazer dois anos que nos conhecemos e bem... 45 dias daquela noite insólita... posso afirmar que não consigo mais imaginar minha vida sem tê-lo comigo, que cada momento que passamos juntos são de fato únicos e especiais, sei que 45 dias não é nada... e às vezes eu paro e até me assusto com a velocidade em que tudo esta caminhando... e ainda mais em como apesar de todas as diferenças existentes a gente consegue se entender e encontrar um caminho comum. Sei dos meus inúmeros defeitos, sei da minha dificuldade em dividir o meu espaço (afinal depois de tantos anos contando só comigo, dividir e confiar tornou-se cada vez mais complicado) mais de algum modo até meu lado egoísta tem dado uma trégua... tem se tornado mais ameno... sei que é cedo... cedo demais até... mas espero de fato que nossos planos para os próximos 5/6 anos se realizem... pra mim tão importante como gostar/amar alguém é poder sonhar junto com ela.
Pra variar escrevi demais... duvido que alguém de fato leia tuuuudo isso mais não me importo... queria apenas deixar registrado tudo que estou sentindo e o quanto me sinto feliz com tudo que estamos vivendo.
Comments are off for this postBaladas Surreais II
Roubadas...
Sábado fui conhecer uma casa chamada Vegas que fica no meio da Augusta, a casa em si é muito bacana, a decoração é linda! Cortina de veludo vermelha!!! Sofás bacaninhas de couro vermelho, lustres antigos, um bar bem bacana enfim... a primeira vista achei que seria bem legal até que depois de um tempo... fomos pra sub-pista na frente do bar... que lixo! Eu simplesmente odiei o que estava tocando... sei lá... umas músicas estranhas, uma mistureba de música nativa com qualquer coisa que eu não sei o que... mas me disseram ser DUB... enfim o que é DUB? Não sei... mas se for aquilo quero continuar a ignorância... resultado chegamos lá por volta da meia noite e antes das três eu ja estava em casa. Sai de lá o mais rápido possível nem gastei toda minha consumação (R$40,00)... o que é um crime!
Baladinha Padrão!
Domingão para me curar do tédio de sábado fui ao RIP com a Alê, o Adalberto e o Rodrigo, eu nunca fui frequentadora do Salamandra, creio que esta seja a terceira ou quarta vez que eu vou lá... e de todas a pista desta noite tava a mais chata... eu sinto falta do Projeto Pandora, quando o CID ditava o ritmo da pista lá no Madame Satã... no geral a noite foi bem bacana, sair com a Alê é sempre muito divertido ela consegue fazer qualquer lugar ganhar vida.
Mesmo assim no final da noite senti falta de ouvir "The The - This Is The Day" e de ouvir a Yu-Chan gritando na pista!
Pra variar tem fotocas... a Alê tirou assim que ela me mandar eu posto aqui.
Comments are off for this postBaladas Surreais I
Finalmente tomei coragem de sair de casa... acho que a idade tem me tornado cada dia mais reclusa... eu arrumo as mais diversas desculpas para não sair de casa e assim os dias passam... mais como dizer não pra Alê? Se você consegue dizer isso tuuuudo bem eu não... sendo assim vomos ao Salamandra.
Google Maps
Depois de horas procurando minha casa no Google Maps finalmente eu achei!!!
Não quero alguém que morra de amor por mim…
Não quero alguém que morra de amor por mim...Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando....
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com qual intensidade.
Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim...
Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível...
E que esse momento será inesquecível...
Só quero que meu sentimento seja valorizado.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre...
E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor.
Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que, apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho...
Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... e não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe...
Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz.
Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito, e serei plenamente feliz.
Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas...
Que a esperança nunca me pareça um "não" que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como "sim".
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ele é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros...
Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento.
Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão...
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena!
--Mário Quintana
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